As recentes ações de Milei na Argentina representam um grave retrocesso nas conquistas históricas dos direitos das mulheres. Desde sua posse, Milei desmantelou políticas públicas essenciais, como a eliminação do Ministério das Mulheres, Gêneros e Diversidade, e cortou recursos destinados a programas de saúde sexual e apoio a vítimas de violência de gênero. Além disso, seu governo propôs a remoção do conceito de feminicídio do Código Penal argentino, minimizando a gravidade da violência de gênero. No âmbito internacional, como presidente pro tempore do Mercosul, Milei congelou pautas relacionadas aos direitos das mulheres, impedindo avanços significativos na região. Essas medidas refletem uma tendência preocupante de governos de extrema direita que buscam reverter direitos conquistados por movimentos feministas ao longo de décadas. É crucial que a sociedade civil e organizações internacionais permaneçam vigilantes e atuantes na defesa desses direitos, combatendo retrocessos que ameaçam a luta por igualdade e justiça para todas as mulheres.

 

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