Na Argentina governada por Javier Milei, a cena é clara: enquanto o povo ocupa as ruas de Buenos Aires para defender direitos históricos, a repressão responde com violência e o Congresso acelera a aprovação de uma reforma trabalhista que retira garantias de quem vive do próprio trabalho. Foram 135 votos favoráveis na Câmara dos Deputados da Argentina, após o aval prévio do Senado da Argentina. Chamam de modernização, mas é retrocesso, chamam de mudança, mas é ataque social. A extrema direita governa apenas para o mercado, e quem sente as consequências é o povo.

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