A Câmara aprovou o projeto que tipifica o crime de desaparecimento forçado no Brasil, um passo essencial para enfrentar uma das páginas mais dolorosas da nossa história. Como destaquei em plenário, não confundimos instituições com aqueles que cometeram crimes: tortura e desaparecimento são práticas inaceitáveis e precisam ser reconhecidas como crime permanente enquanto não esclarecidas. O que estamos votando é justiça, porque crime não esclarecido é crime continuado. O Brasil precisa afirmar, com clareza, que memória, verdade e responsabilização são compromissos com a democracia.

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