A prisão de um piloto acusado de integrar uma rede de exploração sexual infantil mostra uma verdade dura: violência contra mulheres, crianças e adolescentes não tem classe, profissão nem endereço. Pode estar em qualquer lugar.

Ficar atento aos sinais, denunciar e cobrar investigação e punição rigorosa não é exagero, é responsabilidade coletiva. Combater esses crimes em todas as esferas é urgente e necessário.

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