O depoimento do general Mário Fernandes ao STF, admitindo que elaborou um plano de assassinato contra o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes, escancara até onde ia o projeto golpista que sustentava Bolsonaro. Não se tratava de bravata – era uma conspiração real, articulada por militares de alta patente, com respaldo no discurso de ódio alimentado pelo ex-presidente. Durante os trabalhos da CPMI do 8 de Janeiro, ficou claro: a tentativa de destruir a democracia brasileira não foi improviso. Foi método. Foi plano. E precisa ser punido com todo o rigor da lei. #semanistia #bolsonaropresoja

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