Hoje, no Dia Internacional dos Direitos Humanos, lembro que essa luta não é uma data no calendário – é uma urgência cotidiana em um país onde mulheres, pretos, pobres seguem sendo alvo das mais profundas violações. E o que vimos ontem no plenário da Câmara escancara isso: ataques à democracia, agressões a parlamentares, tentativa de silenciar a imprensa e de reescrever a história da ditadura, como se tortura e violência de Estado pudessem ser relativizadas. Eu sigo defendendo a verdade, a memória e os direitos humanos como compromisso inegociável. Porque cuidar da democracia é cuidar do povo brasileiro, de todas e todos que ainda têm seus direitos negados e suas vozes ameaçadas.

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