Nesse fim de semana estive na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes.
Um encontro que mostrou, na prática, por que cultura é política pública e é projeto de país.
Lancei meu livro Cultura é Poder aqui, no meio de quem faz o cinema brasileiro existir no dia a dia.
Também participei da mesa de abertura do 4º Fórum de Tiradentes, onde debatemos algo que para mim é central. A nossa soberania imaginativa. O direito de o Brasil contar suas próprias histórias com suas próprias vozes.
Teve debate, homenagem, cortejo, filme, livro, rua cheia e gente pensando junto.
Isso é cultura viva. Isso é democracia acontecendo fora dos palácios.
Saio de Tiradentes ainda mais certa de que defender o audiovisual, os artistas e a cultura popular é defender o Brasil que quer existir com dignidade, diversidade e memória.