Minha solidariedade aos familiares da diretora pedagógica Allane de Souza Pedrotti Matos e da psicóloga Layse Costa Pinheiros, as duas funcionárias do CEFET-RJ vitimadas pelo ataque brutal de um colega de trabalho, que se matou em seguida. Se os assassinatos foram motivados por misoginia, hipótese investigada pela polícia, é ainda mais triste e revoltante. O acesso facilitado a armas e a cultura machista, ambos incentivados no desgoverno anterior, exacerbaram a violência de gênero no país. Precisamos lutar contra isso. Foi um dos maiores retrocessos civilizatórios dos últimos tempos no Brasil. Solidariedade também aos alunos, professores e funcionários do CEFET-RJ, onde estive no início desta semana num seminário do fórum de reitores, por terem vivenciado essa tragédia.

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