AS CONFISSÕES DE CID
No dia 5 de março, em trocas de mensagens e áudios com Fabio Wajngarten, advogado de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid admitiu que as joias e relógios sauditas recebidos pela Presidência da República eram itens de “interesse público, mesmo que sejam privados”. Ainda assim, o patrimônio público brasileiro foi negociado como muamba em Miami. Absurdo e criminoso!
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