A decisão do governo Lula de ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda é parte de um projeto maior de reconstrução do país, que já começa a aparecer nos indicadores: segundo o IPEA, o Brasil alcançou a melhor renda, a menor taxa de pobreza e a menor desigualdade desde 1995. E essa nova tributação vai corrigir distorções históricas que beneficiavam uma minoria. Como afirmou o ministro Fernando Haddad, quando a desigualdade começa a cair é porque as oportunidades estão sendo ampliadas – e isso só é possível com dignidade e justiça tributária. Não é razoável que os trabalhadores paguem até 27,5% do que ganham enquanto 1% mais rico, que detém mais da metade da riqueza nacional, contribui em média com 2,5%. A elevação da alíquota mínima para quem nunca pagou o que deveria e a desoneração de quem mais precisa mostram claramente o rumo escolhido: um Brasil que enfrenta privilégios, fortalece a classe média e coloca a vida das pessoas no centro das decisões do Estado.

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