
Enquanto o mundo assiste em silêncio ao genocídio em Gaza, mais de 22 mil crianças foram assassinadas, milhares ficaram órfãs e mães enterram seus filhos sob escombros, sem água, comida ou direito ao luto. A fome virou arma de guerra, usada por Israel com o respaldo de potências cúmplices. E como se não bastasse, nos bastidores do império, o governo Trump ordena a destruição de quase 500 toneladas de alimentos destinados à ajuda humanitária, em vez de redirecioná-los para regiões como Gaza, onde a população agoniza. É a política da morte, do lucro acima da vida, que transforma a dor dos povos em estratégia geopolítica. Não nos calaremos. Gaza resiste. A Palestina vive.