Há 50 anos, o Brasil foi marcado pelo brutal assassinato de Vladimir Herzog, um jornalista, um democrata, um homem que ousou enfrentar a mentira e a violência da ditadura com a força da verdade. Mataram Vlado, mas não calaram o grito por liberdade que ele representa. Hoje, ao lembrar sua memória, denunciamos também os novos rostos do autoritarismo que tentam reescrever a história e atacar a democracia. Defender Herzog é defender o direito de pensar, de falar, de existir sem medo. Que sua coragem siga iluminando o caminho de todos os que não se curvam diante da opressão. Vlado vive, na luta e na verdade.

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