Alcolumbre anulou os votos atribuídos a Eduardo Bolsonaro durante a sessão de ontem do Congresso Nacional. A ironia é evidente. Ele vive cobrando voto impresso, discurso de desconfiança contra o sistema eleitoral, mas quer manter o privilégio de votar online mesmo depois de ter deixado o país.

Quando o discurso é conveniência, a regra muda. Para os outros, rigor. Para si, exceção. Defesa seletiva da democracia não é coerência, é oportunismo.

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