Em plenário, manifestei minha solidariedade à Acadêmicos de Niterói e à liberdade criativa do nosso Carnaval, patrimônio cultural do povo brasileiro. Tentar censurar, judicializar ou politizar um enredo é atacar a cultura, a memória e a própria democracia. Contar a história de quem veio do povo e chegou à Presidência é legítimo, necessário e inspirador – e não pode ser silenciado por interesses políticos.

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