
A Justiça de São Paulo acaba de impor uma derrota ao projeto autoritário de Tarcísio ao suspender as regras das escolas cívico-militares e vetar militares em sala de aula, apontando “grave potencial discriminatório” e violação à gestão democrática do ensino. O que o governo paulista e a extrema direita chamam de “ordem” é, na prática, controle sobre corpos, ataque à diversidade e desrespeito à autonomia dos professores. Escola pública se fortalece com investimento, inclusão e valorização do magistério – não com militarização, censura, estímulo ao ódio e discriminação.