É preciso combater o crime organizado no Rio de Janeiro, mas sem colocar em risco a vida da população. Não é transformando a cidade num faroeste que o problema da segurança pública será resolvido. Ontem, um menino de 10 anos foi baleado dentro de uma escola municipal no Complexo da Maré durante uma operação policial. Fico imaginando a dor da mãe dessa criança, que se soma a de tantas outras que sofrem com essa política de segurança que ceifa vidas e não resolve nada. Outras operações, ordenadas esta semana pelo governador Claudio Castro, causaram interdições na Avenida Brasil, em estações de trens e BRT, fechou escolas, faculdades, postos de saúde e comércio, impediu pessoas de trabalhar e se locomover. Castro já é responsável pela maior chacina da história do Rio, com 121 mortes. Dobrar a aposta nesta política de segurança que expõe a integridade da população em troca de resultados eleitorais é inaceitável.

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