A retomada do Plano Nacional de Cultura é importante depois de anos de abandono. E, nesse debate, destaquei a necessidade de que o plano traga direcionamentos mais nítidos e inclua aquilo que é central para o país como a soberania cultural, a cultura reconhecida como trabalho e a valorização de quem vive da arte e da criação. Cultura não é um acessório, é parte da construção do Brasil que queremos! Também ressaltei que o plano precisa reafirmar a cultura como espaço de valores, convivência e enfrentamento às violências que atravessam a sociedade. Estamos numa disputa real de narrativas e é fundamental integrar cultura, educação e comunicação democrática para combater o racismo, a misoginia, a LGBTfobia e toda forma de ódio. Um plano decenal tem que expressar esse compromisso com um país plural, democrático e capaz de afirmar sua própria identidade!

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