Lula alertou, em cúpula internacional sobre inteligência artificial, que a tecnologia não pode ficar sob controle das big techs e das potências globais, sob risco de aprofundar desigualdades, manipular democracias e violar a soberania dos países. Ao defender uma governança internacional liderada pela ONU, multilateral e voltada ao desenvolvimento, o presidente afirmou que a IA deve servir aos povos – e não aos lucros de poucos, garantindo inclusão, justiça social e autonomia para as nações do Sul Global.

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