
Quantas mulheres são mortas apenas por serem quem são? Isso não pode seguir escondido nas estatísticas. Um grupo de pesquisadoras e gestores públicos, com apoio do Ministério da Saúde, levará à OMS uma proposta revolucionária: incluir o feminicídio na CID para que essas mortes deixem de ser tratadas como causa externa e passem a ser reconhecidas como violência que mata e adoece a nossa sociedade. Nomear dá visibilidade, previne e salva vidas. Não vamos aceitar que o feminicídio siga “invisível” aos olhos da Justiça e da sociedade. Nossa luta é por políticas públicas comprometidas com a vida das mulheres.