Em até 10 anos, 70% das necessidades do SUS, entre remédios, vacinas e outros materiais médicos, serão inteiramente produzidos no Brasil. Com a retomada do Complexo Econômico Industrial da Saúde, trocado no desgoverno anterior por um acordo com a Europa que enfraqueceu o SUS, o país ganhará autonomia na produção de insumos – quem esquece o sufoco que foi arrumar o IFA (Insumos Farmacêuticos Ativos) para a produção de vacinas contra Covid na pandemia? Com o novo Complexo, o país ganha independência e competitividade no mercado internacional, movimenta a indústria e a economia nacionais e garante a saúde da população. Viva a Saúde Pública! Viva o SUS!

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