
Enquanto a partilha africana foi feita em nome da “civilização”, em Gaza decide-se o futuro de um povo em nome da “paz” – mas sem a participação deste povo. O Estado Palestino é reconhecido pela maioria das nações: é preciso agora assegurar que ele exista de fato. Não podemos aceitar que o comando daquela nação seja escolhido pelos poderes que a massacraram. O povo palestino deve escolher seus governantes, seu presente e seu futuro.
Meu artigo na @cartacapital desta semana: