A decisão da CCJ de derrubar a Lei de Alienação Parental representa um passo importante na luta das mulheres por justiça e proteção real às vítimas de violência. Há anos o movimento feminista denuncia que a lei, criada sob o pretexto de “equilibrar” disputas familiares, terminou servindo como arma para descredibilizar denúncias de violência doméstica e abuso sexual, especialmente contra crianças. Sua revogação corrige uma distorção que permitiu a muitos agressores transformar o sistema de Justiça em ferramenta de intimidação e retaliação. Agora, é preciso avançar com políticas que coloquem a segurança das mulheres e das crianças no centro, garantindo que nenhuma mãe seja perseguida por proteger seus filhos, e que nenhum agressor encontre abrigo na lei.

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