As revelações da Polícia Federal são chocantes, mas infelizmente não surpreendem: Bolsonaro mandou distribuir um medicamento proibido no Brasil, sem registro na Anvisa e sem comprovação científica, colocando em risco a vida de milhões de pessoas durante a pandemia. Enquanto o país chorava seus mortos e buscava amparo no sistema de saúde, o então presidente atuava na base da mentira, da negligência e do crime contra a saúde pública. Não se trata de divergência política, mas de responsabilidade criminal. Os mais de 700 mil mortos não podem ser esquecidos — e quem promoveu falsas curas, sabotou vacinas e desrespeitou a ciência precisa responder pelos seus atos diante da Justiça.

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