
Um dado alarmante: 31% dos homens da geração Z dizem que mulheres devem obedecer ao marido. Isso não é apenas “conservadorismo”. É o resultado de uma cultura digital que normaliza misoginia, radicaliza jovens e transforma o ódio contra mulheres em produto de engajamento. A chamada machosfera – com Red Pill, incels e influenciadores antifeministas – cresce nas redes sociais e alcança milhões de jovens. Enquanto isso, mulheres seguem sendo vítimas de violência física, simbólica e digital. É preciso combater com firmeza essa ira digital e responsabilizar esse movimento criminoso. Combater a misoginia também é defender democracia, direitos humanos e igualdade.
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