No meu artigo publicado hoje na CartaCapital, reflito sobre o significado político do 8 de Março. O Dia Internacional da Mulher nasceu da luta das trabalhadoras por direitos, dignidade e reconhecimento e continua sendo um chamado à organização e à mobilização coletiva. Vivemos um momento em que a violência de gênero segue fazendo vítimas todos os dias, enquanto o discurso misógino ganha espaço nas redes e na política. Não podemos naturalizar esse cenário! Enfrentar essa realidade exige políticas públicas efetivas, compromisso institucional e participação ativa de toda a sociedade. O enfrentamento ao feminicídio, à desigualdade no trabalho, ao assédio e às diversas formas de violência contra as mulheres precisa ser prioridade. A luta das mulheres é parte central da defesa da democracia, da justiça social e de um país mais igualitário. Todos juntos por todas!

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