Votei SIM à urgência do projeto que autoriza, seguindo rigorosamente as regras internacionais, a possibilidade de quebra de patente para que o Brasil possa produzir medicamentos declarados de interesse público, como as canetas usadas no tratamento do diabetes e outras patologias. Não se trata de desrespeitar a propriedade intelectual de ninguém, mas de garantir que, em situações estratégicas, o Estado tenha instrumentos para ampliar o acesso da população a tratamentos essenciais, com produção nacional, preço mais justo e sob prescrição médica. Foi assim no enfrentamento à AIDS, quando salvamos vidas ao assegurar acesso a medicamentos, e é com essa mesma responsabilidade que defendemos fortalecer o complexo industrial da saúde e colocar a vida do povo brasileiro em primeiro lugar.

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