Ontem participei da abertura oficial da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais. Estar ali, no início de um dos encontros mais importantes do nosso audiovisual, é reafirmar que cultura é política pública, é trabalho e é direito.

Hoje sigo na mostra para a mesa Convergências pelo Audiovisual, Estado e sociedade na consolidação de um ecossistema nacional. Um debate direto sobre como o Brasil pode fortalecer quem produz, distribui e faz o cinema chegar às pessoas.

Além da mesa, hoje lanço meu livro “Cultura é poder” aqui na mostra, que leva ideias para um espaço que vive cinema, debate e criação faz parte da mesma luta.

Defender o audiovisual brasileiro é parte de um projeto de país que queremos. Um país soberano que valoriza sua própria voz, investe em criação e garante que a cultura não seja privilégio. E Tiradentes, mais uma vez, mostra que o cinema brasileiro está vivo.

Veja aqui!

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