
É um absurdo que o Rio volte à “gratificação faroeste”, premiando policiais por matar. Essa política já mostrou no passado que só aumenta a letalidade, legitima execuções e atinge, sobretudo, a juventude negra e pobre — que já representa mais de 80% das vítimas da violência policial. Segurança pública não é pagar por cadáveres. Não podemos permitir este retrocesso já superado há décadas! O que precisamos é garantir direitos, justiça e vida digna ao povo.