Os mesmos que zombaram da morte de Dona Marisa, do assassinato de Marielle e das milhares de vítimas da pandemia, agora usam o assassinato do ultra-extremista Charlie Kirk, nos EUA, para espalhar ódio, desinformação e perseguições. Esperam assim manter acesa a “chama fascista” de seu líder, o condenado golpista Jair Bolsonaro. Mas, como disse o pastor americano Howard John Wesley sobre Kirk, um “racista sem remorso” que apenas “semeou divisão e ódio”, “o modo como você morre não redime como você viveu”. Nenhum assassinato é justificável e as comemorações à morte do extremista americano não são aceitáveis, mas esta empatia seletiva da extrema direita brasileira é pura hipocrisia e jogo político.
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