#TBT de uma estreia inesquecível na FLIP

Minha primeira participação como autora na Festa Literária de Paraty foi intensa, potente e transformadora.

Começamos na Casa Favela, num encontro cheio de afeto e escuta, falando sobre o que nos move a escrever — as dores e delícias do nosso tempo, os territórios que habitamos e o futuro que ainda sonhamos. Foi ali que lembrei: é a vida real, com toda sua complexidade, que me inspira e me faz seguir.

Na FlipEduca, mergulhei num debate necessário sobre soberania brasileira e o papel da cultura como ferramenta de afirmação de um país que quer ser de fato independente. Cultura é resistência, mas também é projeto de nação.

Logo depois, na Casa Libre, participei de uma mesa potente sobre a guerra cultural em curso no Brasil. Falamos sobre democracia, eleições e como a atitude política — nas palavras, nos gestos e nas escolhas — é mais urgente do que nunca.

E pra fechar com chave de ouro, no Auditório Areal, li um poema de Leminski. Porque poesia também é política, é farol, é fôlego.

Foi uma incrível estreia na FLIP — como autora, como mulher que acredita no poder da palavra. Um #tbt com gosto de quero mais.

Assista: https://www.instagram.com/reel/DNE7DQ1MzGf/?igsh=eDBjMjNjdjU2dmk4

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