Registrei em plenário minha revolta diante do novo Riocentro que foi a tentativa de atentado a bomba durante o show de Lady Gaga. Por muito pouco não aconteceu uma tragédia. A ação da Polícia Civil do Rio foi precisa e desbaratou um plano que visava matar centenas de pessoas com bombas e coqueteis molotov – terrorismo disfarçado de “desafio de internet”.
Movido por discursos de ódio como misoginia, homofobia, racismo e xenofobia, o terrorismo da extrema-direita encontrou nas redes sociais um campo fértil para se disseminar entre homens, especialmente jovens e adolescentes. Bombardeados por fake news e sem perspectivas após décadas de desmonte social promovido pelo neoliberalismo em todo o mundo, encontram nas mulheres e nos movimentos por direitos das comunidades LGBTI+, negra, indígena e outras minorias os “culpados” perfeitos para suas frustrações.
As big techs alimentam este ódio porque LUCRAM muito com isto. Por isso, não querem a regulação das redes, da qual a extrema-direita também morre de medo. Não podemos tratar com leveza essas ameaças à democracia e à vida. O extremismo não pode ter espaço. É preciso firmeza para garantir que o Brasil siga sendo um país onde a cultura une e não onde o ódio explode.
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