Bolsonaro consultou militares logo após a DERROTA NAS URNAS para tentar dar um golpe. Seu ex-assessor Filipe Martins (aquele olavista que fez gestos neonazistas dentro do Senado), entregou nas mãos do ex-presidente uma minuta de decreto que incluía a prisão de adversários políticos. O então comandante da Marinha, almirante Almir Garnier, topou participar do plano macabro. Mauro Cid, testemunha ocular destes eventos e contou à Polícia Federal em sua delação premiada. Por muito pouco, não revivemos o terror da ditadura militar. Mas as forças democráticas venceram. Agora é hora dos golpistas pagarem.
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