Entramos com mais uma representação, desta vez no Tribunal de Contas da União (TCU), para investigação do caso das pedras preciosas dadas a Bolsonaro em Teófilo Otoni (MG) e que jamais foram cadastradas oficialmente. Como se sabe, todo presente recebido pela Presidência da República superior a R$ 100 pertence ao patrimônio público. Por isso, é grave o conteúdo dos e-mails descobertos no âmbito da CPMI dos Atos Golpistas. Se as pedras preciosas foram dadas no exercício da função de Presidente da República, Bolsonaro cometeu crime de peculato. Esse processo poderá levar a um novo julgamento de contas irregulares e mais um período de inelegibilidade para todos os envolvidos, inclusive Bolsonaro. Assino a representação com os deputados federais Rogério Correia (PT), Duda Salabert (PDT), Henrique Vieira (PSOL), Rubens Pereira Junior e Duarte Jr (PSB) e com os senadores Jorge Kajuru (PSB), Randolfe Rodrigues e Fabiano Contarato (PT).

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