Em 24 de fevereiro de 1932, nós mulheres rompemos uma barreira histórica e conquistamos o direito de votar e sermos votadas. Essa data me lembra que cada avanço veio de luta coletiva, nunca de concessão. Quase um século depois, sigo com a mesma convicção: a nossa caminhada ainda está inacabada. Se ontem reivindicávamos espaço na política, hoje seguimos reivindicando o essencial, o direito de viver. Resistiremos!

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